Tóquio, Japão – O governo japonês está se organizando para que a primeira-ministra, Sanae Takaichi, converse por telefone com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, logo após a cúpula do americano com o presidente chinês, Xi Jinping.
O contato deve ocorrer após a partida de Trump de Pequim, nesta sexta-feira (15), segundo informações do Kyodo News. O Japão acompanha de perto os resultados do encontro entre Estados Unidos e China, preocupado com a possibilidade de concessões americanas sobre Taiwan.
A agência de notícias chinesa Xinhua relatou que Xi afirmou a Trump, em conversas fechadas nesta quinta-feira (14), que “os dois países terão confrontos e até conflitos, colocando toda a relação em grande risco”, caso os Estados Unidos não lidem adequadamente com a questão de Taiwan.

Uma fonte do governo japonês indicou que Takaichi está ansiosa para conhecer detalhes sobre as discussões entre os líderes. A conversa incluirá temas regionais como Taiwan e os controles de exportação de terras raras da China.
O secretário-chefe do Gabinete, Kihara Minoru, declarou na quinta-feira (14) que o governo deseja responder de maneira adequada, enquanto coleta informações sobre os possíveis impactos no país.
Fala de Takaichi provocou atrito com a China
No ano passado, uma declaração da primeira-ministra sobre Taiwan gerou atritos com o governo chinês. Na ocasião, Takaichi afirmou no parlamento que um ataque a Taiwan poderia provocar resposta das Forças de Autodefesa do Japão em apoio aos Estados Unidos.
Os Estados Unidos mantêm a posição de não apoiar a independência de Taiwan. No entanto, o Japão enfatiza a importância de paz e estabilidade no Estreito de Taiwan. Defende ainda soluções por meio do diálogo, mantendo relações não governamentais de trabalho com a ilha.
Após a declaração de Takaichi, o Japão enfrentou pressão chinesa. Medidas incluíram restrições à exportação de itens de dupla utilização, que podem ser aplicados tanto em fins civis quanto militares, possivelmente envolvendo terras raras.





Puxar saco de velho q já está caído, não vai garantir+ q realmente protegerá o JP. Já disse que “Tai está muito longe do US,,+15 mil milhas” . Não protegeu nem bases nos países árabes. Pq o jp?