Genebra – O chefe da Organização Mundial da Saúde defendeu a resposta da agência ao novo coronavírus como sendo apropriada.
Esta quinta-feira (30) marca três meses desde que a OMS declarou uma emergência de saúde pública de preocupação internacional com o surto do vírus, segundo a NHK.
A agência enfrentou críticas por lidar com a pandemia. Foi acusada de subestimar a situação e não impedir a propagação do vírus.
O diretor-geral Tedros Adhanom Ghebreyesus disse em uma entrevista coletiva na quarta-feira (29) que a OMS fez a declaração de emergência em 30 de janeiro, quando houve 82 casos e nenhuma morte fora da China.
Ele disse que desde o início, a agência agiu “de maneira rápida e decisiva para responder e alertar o mundo”.
Ele deu uma linha do tempo do que a organização havia feito desde que recebeu um relatório sobre um conjunto de casos de um tipo desconhecido de pneumonia em Wuhan, na China, em 31 de dezembro do ano passado.
Tedros disse que a OMS pediu à China mais informações no dia seguinte, 1º de janeiro, e informou mais de 260 instituições em mais de 70 países em 2 de janeiro.
Enquanto isso, o diretor executivo do Programa de Emergências em Saúde da OMS, Michael Ryan, disse que nas próximas semanas haverá uma ampliação das provisões para testes de vírus em cerca de 140 países.
Ryan disse que o corpo entregou kits de teste para 51 países da África.
Ele ressaltou que é importante disponibilizar kits de testes em países de baixa e média renda
Foto: Reuters











