Tóquio – O filme “Planeta dos Macacos: A Guerra” (Saru no Wakusei: Great War / 猿の惑星:聖戦記(グレート・ウォー)) estreou nos cinemas do Japão nesta sexta-feira (13).
No terceiro filme das prequelas da série “Planeta dos Macacos”, os símios declaram guerra contra os poucos humanos sobreviventes. O estopim do conflito é a morte do filho e da mulher de Cesar (Andy Serkis), que, em sua vingança, esbarra num coronel fanático (Woody Harrelson), que escravizou macacos para construir uma muralha contra outro exército de humanos.
Talvez o filme, novamente dirigido por Matt Reeves, seja o mais óbvio na representação política do presente, mas, como de costume na série, suas especulações sobre o nosso tempo são pertinentes — especialmente quando se volta às guerras imperialistas, ecoando “Apocalypse Now”.
Entre as novas figuras estão uma garotinha humana muda (Amiah Miller), cuja personagem faz uma ponte com o clássico de 1968, e um macaquinho de zoológico (Steve Zahn), que funciona como alívio cômico, mas também estrategista.
Os filmes da saga “Planeta dos Macacos” destacam os riscos da falta de empatia por pessoas de diferentes culturas, disse o ator Andy Serkis na pré-estreia mundial.
“É (sobre) os perigos da falta de empatia, e nós vivemos em um mundo que está infelizmente se aproximando de atingir um momento crítico de não ser mais capaz de ter empatia por outras culturas, outras pessoas”, disse Serkis.
Matt Reeves, diretor do segundo e do terceiro filme da atual trilogia, chamou seus cinco anos de imersão na história de “grande jornada”, acrescentando, “É muito agridoce porque agora esse capítulo terminou”.
Foto: Divulgação
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