Rússia – O celebrado Brics, grupo composto por Brasil, Rússia, Índia China e África do Sul, avalia a possível entrada de outros países, como Venezuela, Cuba, Nicarágua e outros.
A informação foi divulgada no domingo (20) pelo assessor do Kremlin para assuntos internacionais, Yuri Ushakov, noticiou a Jovem Pan com agências.
“Os líderes (do Brics) decidirão qual grupo de países poderá ser incluído na categoria de países parceiros. Atualmente, 15 estão sendo considerados”, disse Ushakov à agência de notícias “TASS”, ao comentar sobre a agenda dos líderes do bloco durante a cúpula na cidade russa de Kazan na semana que vem.
O grupo, criado em 2006, já conta com países membros efetivos aprovados neste ano, como Argentina, Egito, Etiópia, Irã, Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos. Mas em 2023, o então recém-empossado presidente argentino, Javier Milei, comunicou a decisão de retirar o país do bloco.
Há 30 candidatos para integrar o bloco como “países parceiros”, como é o caso de são Venezuela, Nicarágua, Bolívia, Cuba, Turquia, Nigéria, Marrocos e Argélia entre outros.
Entre os critérios para definir entrada no Brics estão a distribuição geográfica, manter relações diplomáticas e amigáveis com todos os Estados membros do bloco, e não impor sanções não autorizadas pelo Conselho de Segurança.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva cancelou a viagem para Kazan, na Rússia, por orientação médica devido a um acidente que ele sofreu. A equipe médica disse que não é grave, mas que não é recomendado enfrentar viagens longas. Ele participará por meio de videoconferência.
Foto: Ricardo Stuckert/PR
Os representantes dos países que integram o Brics




