Bando – Mostrar que as baratas não vivem apenas na cozinha das residências, por que os mosquitos necessitam de sangue e o habitat natural das ratazanas são alguns dos objetivos do Museu Natural de Ibaraki (茨城県自然博物館) com a exposição intitulada “Animais do cotidiano: a verdadeira face dos bichos odiados”.
Até o dia 31 de janeiro, 2.416 insetos, seres rastejantes, roedores, anfíbios e outros animais poderão ser vistos no museu, de acordo com uma reportagem publicada pelo jornal Yomiuri nesta segunda-feira.
Seres venenosos e considerados nocivos aos humanos também farão parte da exposição, que deve explicar sobre a natureza de cada espécie.
Vespas, corvos, espécies de serpentes naturais da continente asiático e variações de insetos compõem dos principais animais em exibição. Entre eles, os visitantes poderão conhecer e saber mais sobre a “barata-rinoceronte”, que é natural da Austrália e conhecida por ser a maior e mais pesada barata do mundo.
Uma escultura de barata de tamanho humano e outros artifícios que podem ampliar a experiência dos visitantes com os animais também estão disponíveis.
Além de aprender mais sobre insetos e animais comuns no dia a dia, os visitantes devem aceitar melhor a presença das espécies e poderão mudar a imagem que possuem sobre animais considerados nojentos.
Para o jornal, um menino de 10 anos, estudante do 4° ano do ensino primário, disse que ficou impressionado com a exposição. “Pela primeira vez pude saber muitas coisas sobre baratas e ratos. Foi muito interessante e um bom estudo.”, disse.
Foto: Banco de imagens




