Kofu, Japão – Durante a temporada de verão de 2025, as províncias de Yamanashi e Shizuoka arrecadaram juntas quase ¥1 bilhão com a taxa cobrada para escalar o Monte Fuji.
A medida foi implementada para reduzir a superlotação e reforçar a segurança dos alpinistas. Além disso, serve para financiar projetos de preservação ambiental.
Yamanashi dobra arrecadação em relação ao ano anterior
No lado de Yamanashi, acessado pela trilha de Yoshida, a cobrança de ¥4.000 por pessoa resultou em uma arrecadação de ¥591.384.000. Isso equivale a proximadamente o dobro do registrado em 2024.
Segundo a emissora NHK, cerca de 149.713 visitantes passaram pelo portão instalado no 5º estágio da montanha.
Além disso, parte do valor será utilizada na contratação de guardas e instrutores, bem como na instalação de dois abrigos de emergência contra erupções.
Shizuoka recebe 102.941 turistas
Em Shizuoka, onde estão as rotas de Fujinomiya, Gotemba e Subashiri, a taxa de ¥4.000 por visitante foi implementada pela primeira vez em 2025.
O valor arrecadado chegou a ¥400.636.000, com um total de 102.941 escaladores.
De acordo com as autoridades locais, a maioria dos turistas aceitou bem a cobrança da taxa para escalar o Monte Fuji. No entanto, ajustes operacionais devem ser aplicados para as próximas temporadas a fim de melhorar a gestão do fluxo.
Quase ¥1 bilhão destinado à preservação do Monte Fuji
Somando os dois lados da montanha, o valor total arrecadado foi de ¥992.020.000. Ou seja, chegou a quase ¥1 bilhão.
O montante será aplicado em infraestrutura de segurança, no controle do número de visitantes e em projetos de preservação ambiental do Monte Fuji. Inclusive, a famosa montanha é considerada Patrimônio Mundial da UNESCO.




