တိုကျို၊ ဂျပန် – De acordo com um levantamento feito pela empresa de pesquisa Teikoku Databank com 195 grandes fabricantes, 143 produtos alimentícios terão aumento de preços no Japão em novembro.
O lado positivo dessa notícia: trata-se do menor número de reajustes de 2025, com uma queda de 58,4% em relação ao mesmo mês do ano passado, quando 344 itens sofreram aumentos.
A taxa média de reajuste em novembro será de 17%, e o número de produtos afetados ficará abaixo de mil pela primeira vez em seis meses. Desde o início da série histórica, em 2022, este foi o terceiro menor índice mensal, atrás apenas de dezembro de 2024 (109 itens) e novembro de 2023 (139 itens).
Doces lideram aumentos pelo 47º mês consecutivo
Por categoria, os doces, como chocolates e biscoitos, além de café, lideraram os reajustes em novembro, com 49 itens. Esse setor é o único que teve aumentos contínuos por 47 meses seguidos, desde janeiro de 2022.
Os alimentos processados aparecem em segundo lugar, com 46 itens reajustados, incluindo produtos em embalagens prontas, snacks e frutos do mar processados.
Mais de 20 mil itens reajustados em 2025
No total, o ano de 2025 já soma 20.580 produtos com aumento de preço, um salto de 64,4% em relação a 2024 (12.520 itens). É a primeira vez em dois anos que o total ultrapassa 20 mil itens, embora ainda abaixo do recorde de 2023, com 32.396.
De acordo com a Teikoku Databank, a média anual de aumento por produto foi de 15%, ligeiramente inferior à de 17% registrada no ano anterior.
Entre os segmentos, temperos lideraram os reajustes, com 6.221 itens — um crescimento de 262,7% sobre 2024 (1.715 itens). Além disso, o setor de bebidas, com 4.901 itens, também teve forte alta, acima de 80%, abrangendo desde refrigerantes e cervejas até saquês e vinhos.
Principais causas dos aumentos
Os fabricantes atribuíram os reajustes a uma combinação de fatores econômicos:
- Alta dos custos de matérias-primas, responsável por 96,2% dos aumentos
- Energia e luz (63,9%)
- Embalagens e materiais (62,8%)
- Transporte e logística (78,7%)
- Mão de obra e salários (50,4%)




