Tóquio, Japão – A Polícia Metropolitana de Tóquio prendeu dois chilenos pelo roubo de quatro relógios de luxo avaliados em ¥203 milhões na galeria comercial Nakano Broadway. Os suspeitos foram localizados na quinta-feira (27), apenas dois dias depois do crime, em uma hospedagem do tipo minpaku em Osaka.
As autoridades identificaram os suspeitos como Jeremy Paolo Piña Guzmán, de 23 anos, e Boris Alexis Manzano Quesada, de 33.
Um dos relógios recuperado
De acordo com a polícia, os dois são suspeitos de entrar na loja Time Walker, no primeiro andar da Nakano Broadway, por volta das 11h50 de terça-feira (25). Eles quebraram com um martelo uma vitrine próxima à entrada e levaram três relógios Richard Mille e um Patek Philippe.
A ação durou aproximadamente dez segundos. Cinco funcionários estavam na loja, que se encontrava aberta ao público, mas ninguém ficou ferido.
Imagens de câmeras de segurança permitiram à polícia identificar os suspeitos e acompanhar o deslocamento deles até Osaka. Os dois estavam escondidos na mesma hospedagem.
De acordo com a TV Asahi, a polícia abordou um deles quando saía do prédio. Cerca de 40 minutos depois, o segundo suspeito foi encontrado em outro andar.
Durante a operação, os investigadores apreenderam um relógio de luxo que seria um dos itens furtados. A polícia ainda tenta localizar os outros três.
Suspeitos entraram no Japão quatro dias antes do crime
As investigações apontam que os dois chegaram ao Japão em 21 de agosto, quatro dias antes do crime. Eles desembarcaram no Aeroporto de Haneda, procedentes de Sydney, na Austrália, com autorização para permanência de curta duração, informou o Yomiuri Shimbun.
Inicialmente, os suspeitos ficaram em um minpaku de Tóquio. Segundo a Nippon TV, eles teriam visitado a Nakano Broadway dois dias antes do crime para observar o estabelecimento.
A informação reforça a suspeita de ação planejada. A polícia descobriu que eles tinham alugado o patinete elétrico utilizado na fuga nas proximidades da Estação de Nakano cerca de 15 minutos antes do furto.
Após deixarem a loja, um dos homens fugiu no veículo, enquanto o outro seguiu a pé. O patinete, roupas e bonés usados pela dupla foram encontrados a cerca de 400 metros do local. Os dois seguiram por caminhos diferentes, mas teriam voltado a se encontrar posteriormente.
“Levar o dinheiro ao meu país”
Em depoimento, Manzano Quesada admitiu a acusação e afirmou que pretendia transformar os relógios em dinheiro.
“Eu pretendia vender os relógios, ficar com o dinheiro e levá-lo ao meu país”, declarou, segundo a Nippon TV. Além disso, ele disse que derrubou os relógios durante a fuga.
Piña Guzmán, por sua vez, admitiu apenas parcialmente a acusação. Ele teria afirmado que furtou um relógio, mas que não sabia o que havia acontecido com os outros três.
A Polícia Metropolitana investiga o destino dos itens desaparecidos e procura esclarecer se outras pessoas participaram do planejamento, da fuga ou da tentativa de venda dos relógios.





Tá aí o motivo dos japoneses estarem fazendo preconceito!
Deportem e nunca mais terão direito de entrar no pais
Tomara que manda esses caras aí para o xilindrói nunca mais saia do xilindró! Melhor mesmo é executar esses caras aí com enforcamento, para que nossos impostos não fiquem aumentando para alimentar esse tipo de elemento.