Atualizado em: 13/06/2024 12:58
Tóquio, Japão – Um estudo conduzido pelo Centro de Saúde e Longevidade de Tóquio e outros grupos descobriu que idosos que possuem cães têm um risco 40% menor de desenvolver demência em comparação com aqueles que não têm, informou a emissora NHK neste domingo (31).
A pesquisa foi baseada em dados de um estudo epidemiológico realizado em Tóquio, envolvendo mais de 11.000 homens e mulheres com 65 anos ou mais.
Os resultados mostraram que as pessoas que possuem cães têm um risco significativamente menor de desenvolver demência. No entanto, não foi observada diferença significativa no risco de demência entre pessoas que possuem gatos e aquelas que não os têm.
Além disso, foi observado que pessoas com hábitos regulares de exercício e conexões sociais também têm um risco reduzido de demência. Contudo, esse risco é ainda menor entre aqueles que, além destes fatores, também têm cães.
Os pesquisadores sugerem que cuidar de um cão, como levar para passear frequentemente e interagir socialmente com outros donos de animais de estimação, pode contribuir para a redução do risco.
Um dos membros do grupo, o pesquisador principal Yu Taniguchi, do Instituto Nacional de Pesquisa Ambiental, comentou que os hábitos de exercício e estilo de vida específicos das pessoas que possuem cães podem ter um efeito preventivo contra a demência.
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