Kansas City – A Argentina derrotou a Suíça por 3 a 1 na prorrogação, neste domingo (horário de Tóquio), em Kansas City, e garantiu a última vaga na semifinal da Copa do Mundo. Alexis Mac Allister, Julián Álvarez e Lautaro Martínez marcaram os gols da classificação argentina, enquanto Dan Ndoye fez o único gol da equipe suíça.
Com o resultado, a Argentina enfrentará a Inglaterra na semifinal, marcada para quinta-feira (horário de Tóquio), em Atlanta. A outra disputa por uma vaga na decisão será entre França e Espanha, na quarta-feira, em Dallas.
Argentina abre vantagem, mas Suíça reage
A seleção comandada por Lionel Scaloni começou melhor e abriu o placar logo aos 10 minutos. Lionel Messi cobrou escanteio na medida para Alexis Mac Allister, que cabeceou para o fundo da rede. A assistência foi a décima de Messi em Copas do Mundo.
Apesar da vantagem, a Argentina não conseguiu controlar a partida. A Suíça equilibrava a posse de bola e conseguia avançar ao ataque, embora encontrasse dificuldades para transformar o domínio em chances claras.
Na etapa final, os suíços aumentaram a pressão, especialmente com a presença ofensiva de Breel Embolo. Aos 22 minutos, Dan Ndoye tabelou com Ricardo Rodríguez, invadiu a área e bateu rasteiro, por baixo das pernas de Emiliano Martínez, deixando tudo igual.
Expulsão muda o rumo da partida
Depois do empate, a Suíça viveu seu melhor momento no jogo. No entanto, a situação mudou quando Breel Embolo recebeu o segundo cartão amarelo por simular uma falta em disputa com Leandro Paredes e acabou expulso.
Com um jogador a mais, a Argentina retomou o controle da partida e passou a criar mais oportunidades, principalmente explorando bolas aéreas e acionando Messi com frequência. Mac Allister desperdiçou uma boa chance de cabeça, enquanto Lisandro Martínez obrigou Gregor Kobel a fazer uma grande defesa em um voleio.
Na prorrogação, a pressão argentina finalmente deu resultado. Aos sete minutos do segundo tempo extra, Julián Álvarez acertou um belo chute de fora da área para colocar a equipe novamente em vantagem.
Mesmo com um jogador a menos, a Suíça tentou buscar o empate. Porém, deixou espaços para os contra-ataques argentinos. Já nos acréscimos, Thiago Almada parou em Kobel, mas Lautaro Martínez aproveitou o rebote para fechar o placar em 3 a 1.

Copa volta a reunir quatro campeões nas semifinais
A classificação da Argentina completa uma semifinal histórica. Pela primeira vez em 36 anos, quatro seleções campeãs mundiais disputarão uma vaga na decisão da Copa do Mundo.
Os confrontos serão França x Espanha, na quarta-feira (horário de Tóquio), em Dallas, e Inglaterra x Argentina, na quinta-feira, em Atlanta. Além disso, será a primeira vez que os quatro primeiros colocados do ranking da Fifa chegam juntos às semifinais de um Mundial.
Esta será apenas a terceira edição da Copa do Mundo com quatro campeões entre os semifinalistas. A primeira ocorreu em 1970, quando Brasil, Uruguai, Itália e Alemanha Ocidental chegaram à fase decisiva. A última havia sido em 1990, na Itália.
Inglaterra e Argentina revivem rivalidade histórica
O confronto entre Inglaterra e Argentina acrescentará mais um capítulo a uma das rivalidades mais marcantes da história das Copas.
O primeiro duelo entre as seleções aconteceu em 1962, com vitória inglesa por 3 a 1 na fase de grupos. Em 1986, poucos anos após a Guerra das Malvinas, os argentinos venceram por 2 a 1 nas quartas de final, em uma partida eternizada pelos dois gols de Diego Maradona — um deles com a famosa “Mão de Deus” e o outro considerado um dos maiores gols da história dos Mundiais.
As equipes voltaram a se enfrentar nas oitavas de final da Copa de 1998, quando a Argentina avançou nos pênaltis após empate por 2 a 2. O encontro mais recente em Copas ocorreu em 2002, quando a Inglaterra venceu por 1 a 0 na fase de grupos.





E a roubalheira solta, só assim “talvez” a ser campeã, no final os idiotas assistindo e achando que tá tudo certo, e as empresas bilionários escolhendo quem ganha esse ano, santa ingenuidade, na decada das redes sociais e da futilidade generalizada, impera o que é errado e o certo deixado de lado como se fosse feio.