Tóquio – Trinta e cinco anos depois do lançamento do clássico “Blade Runner – O Caçador de Androides”, de Ridley Scott, ousa-se uma sequência da ficção científica que marcou época, envolvendo policiais e androides numa Los Angeles em 2019, sempre coberta de chuva.
É na mesma Los Angeles chuvosa, mas agora invernal a ponto de receber rajadas de neve, 30 anos depois, que se ambienta a nova versão “Blade Runner 2049”, dirigida pelo canadense Denis Villeneuve e produzida por Scott.
Mais uma vez, há um policial a caçar androides, desta vez atendendo pela sigla KD 6 – 3.7 (Ryan Gosling). Sua missão: eliminar os androides do velho modelo, capazes de liderar rebeliões, que possam ter escapado. Ele mesmo pertence à nova geração de androides dóceis e funcionais, agora fabricados pelo industrial Wallace (Jared Leto).
Uma hora e quarenta e cinco minutos se passam até que ressurja em cena o bom e velho Rick Deckard (Harrison Ford) – bem de acordo, no cenário nostálgico de um velho hotel abandonado e povoado por imagens de Frank Sinatra, Elvis Presley e Marilyn Monroe.
Com um visual e um enredo envolventes, Villeneuve, autor da ficção científica “A Chegada” (2016), consegue a façanha de realizar um filme à altura da mágica do original.
“Blade Runner 2049” (ブレードランナー 2049) estreou nos cinemas do Japão nesta sexta-feira (27).
Foto: Divulgação
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