Quioto, Japão – O ex-gerente brasileiro de um hotel no distrito de Higashiyama, em Quioto, chegou a um acordo judicial com a empresa que operava o estabelecimento no caso envolvendo a recusa de hospedagem de um israelense. A informação foi divulgada na quinta-feira (21) pela agência Kyodo.
O brasileiro havia entrado com uma ação no Tribunal Regional de Quioto alegando que sua demissão foi injusta. Segundo o processo, ele se recusou a cumprir uma ordem de transferência emitida pela empresa após a polêmica envolvendo o caso.
De acordo com o advogado do autor, a empresa concordou em retirar a demissão, formalizar uma saída consensual e pagar uma compensação financeira. No entanto, ele não divulgou o valor.
“Não é possível recuperar tudo o que foi perdido, mas conseguimos buscar uma solução de forma positiva”, comentou o brasileiro, segundo a Kyodo.
Já o advogado da empresa afirmou que a operação do hotel passou para outra companhia e classificou o acordo como “uma solução razoável e benéfica para ambas as partes”, de acordo com a agência.
Entenda o caso
Ao apresentar a ação judicial, há dois anos, o brasileiro explicou que recebeu, em 11 de junho de 2024, uma reserva feita por um israelense.
Com base em informações encontradas nas redes sociais, ele suspeitou que o cliente pudesse ser um militar ativo das forças de Israel. Em seguida, enviou uma mensagem informando que, “devido à possibilidade de crimes de guerra relatados na Faixa de Gaza, não poderia aceitar a reserva”.
O ex-gerente afirmou que, ao aceitar a hospedagem, poderia estar apoiando ataques em Gaza que, na visão dele, violariam leis internacionais.
Trechos da conversa entre os dois acabaram circulando nas redes sociais e provocaram grande repercussão na época.
Prefeitura de Quioto considerou recusa ilegal
A prefeitura de Quioto declarou que recusar hospedagem com base na nacionalidade viola a legislação japonesa. Por isso, o governo municipal emitiu uma orientação administrativa fundamentada na lei.
Depois da polêmica, a empresa pediu que o brasileiro assinasse um compromisso para priorizar o trabalho sem interferência de crenças pessoais. O documento também previa a possibilidade de transferência para uma empresa associada em caso de recusa.
De acordo com informações da época, o brasileiro não aceitou as condições e acabou demitido em 11 de julho.
Na época, ele afirmou que a empresa deveria ter buscado alternativas para manter seu emprego sem violar sua liberdade de crença.
“É errado ser demitido por tentar proteger a humanidade e o direito internacional”, declarou o brasileiro após ter entrado com a ação judicial no Tribunal Regional de Quioto há dois anos.





Ele é juiz mundial agora??? Ele tinha era de ser processado!!! Além de demitido é claro!!!
O cara é Esquerdista, defende terroristas da Palestina. O que mais se pode esperar de um ser destes???
COMO EXISTE IMBECIL NESSE MUNDO.
A demissao deveria por justa causa,por ser uma hoteleira independente da nacionalidade,a obrigacao e aceitar a reserva e pronto,entao se fosse um terrorista ele aceitaria?Fica a questao,a guerra nao e dentro do territorio japones,mas infelizmente existe as escolhas.
Um verdadeiro babaca, deveria ser acusado de racista e ser expulso do Japão
Parabéns! Certíssimo…….
Parabéns! Certíssimo
Parabéns!
Mas que belo idiota esse brasileiro imbecil acha que é quem pra negar a reserva,um belo de um otario querendo aparecer e ainda é tão arrogante que entrou com uma ação como se estivesse certo. Lamentável
Para este brasileiro:
É mais fácil sair andando com uma melancia no pescoço!
Além do governo ladrão temos brasileiro fazendo cagadas um vergonha 😶🌫️
Que imbecil, tava achando que era o dono do hotel! Quem é ele para levantar tal acusação contra um cidadão de Israel? Não passa de mais um esquerdista que não assume que as atrocidades infligidas ao povo palestino são culpa única e exclusivamente do Hamas.
Concordei com seu comentário até a metade,depois que colocou política no meio acho que vc se perdeu um pouco,pois sua justificativa é a mesma de dizer que os governos podem explodir as favelas do Brasil matar inocentes e a culpa será dos traficantes que lá se escondem.