A empresa Lime Group, responsável pelo programa LimeWire, foi oficialmente proibida de prosseguir com os serviços se troca de arquivos (músicas em MP3 e outros formatos, vídeos e softwares) pela internet. O Tribunal de Nova Iorque, nos Estados Unidos, anunciou a proibição com base nas queixas apresentadas por oito membros de uma associação nacional de produtores de música.
O LimeWire, que já tinha sido condenado por violação de direitos autorais, anunciou nesta terça-feira que recebeu uma ordem judicial para encerrar os serviços, mas vai recorrer da decisão. “A partir de hoje, temos a obrigação de parar de distribuir e de apoiar o serviço LimeWire de troca de arquivos devido a uma deliberação da justiça norte-americana”, anunciou o site da empresa. “Naturalmente, estamos desiludidos pelo rumo que tomaram os acontecimentos”, assegurou o site, indicando “ter trabalhado duro para encurtar o impasse entre a tecnologia e os detentores de direitos”.
Oito membros da Associação Nacional dos Produtores de Música (NMPA), entre os quais os gigantes EMI Music Publishing, Universal Music ou ainda Warner/Chappell, apresentaram queixa em junho em Nova Iorque, pedindo indenizações num montante não revelado pelas violações cometidas, segundo eles, “em grande escala” pelo LimeWire, lançado em agosto de 2000.
ဓာတ်ပုံ
Site da empresa que fornece o LimeWire anuncia a decisão judicial com uma mensagem
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