No final de setembro, milhares de pessoas estarão trabalhando em todo o Japão para a realização do censo populacional (kokusei chousa). A pesquisa serve para saber quantos habitantes residem no país e como eles vivem em relação à moradia, tipo de renda, educação e trabalho.
Os estrangeiros também serão contabilizados no levantamento de dados e, por isso, precisam preencher o questionário. O governo imprimiu formulários em vários idiomas, entre eles o português, para evitar problemas de comunicação. O censo japonês acontece a cada cinco anos desde 1920.
De uma forma geral, os trabalhos são coordenados pelas administrações municipais. É preciso que os estrangeiros também colaborem com a pesquisa, atendendo os recenseadores e preenchendo os formulários originais em japonês conforme as instruções nos respectivos idiomas. Esses dados são importantes para que o governo tenha uma base da situação dos estrangeiros no país e tome medidas para resolver os problemas.
No censo do Brasil, o questionário é preenchido na hora, mas o sistema é diferente no Japão. No final de setembro, os recenseadores visitarão casas, prédios, condomínios ou qualquer tipo de moradia para entregar os formulários. Até o dia 7 de outubro, os questionários, já devidamente preenchidos, serão recolhidos em horários flexíveis pelos recenseadores ou poderão ser enviados pelo correio até a prefeitura local.
O formulário é individual, ou seja, todos os membros da família ou colegas de um mesmo apartamento, por exemplo, devem preencher separadamente. Inclusive recém-nascidos, crianças e pessoas que planejam morar no Japão por mais de três meses com base em 1º de outubro, conhecido como o Dia Nacional do Censo.
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O censo serve para saber quantas pessoas vivem no Japão




