ဂျပန် - A morte da goiana Amanda Borges da Silva, de 30 anos, encontrada morta no Japão no dia 1º de maio, ainda não foi esclarecida pelas autoridades japonesas. Enquanto isso, a família da jovem conseguiu arrecadar R$ 55 mil por meio de uma vaquinha virtual para trazer o corpo de Amanda de volta ao Brasil, onde ela será sepultada em sua cidade natal, Caldazinha, em Goiás.
Amanda estava sozinha no Japão desde março e foi encontrada sem vida em um apartamento na cidade de Narita, província de Chiba, que pegou fogo no dia do ocorrido. Apesar da prisão de um suspeito pelo incêndio, as investigações seguem sem respostas claras sobre as circunstâncias da morte.
O jornalista investigativo Beto Nagaki criticou publicamente a falta de esclarecimentos por parte da polícia japonesa. A equipe da RECORD procurou a Embaixada do Japão em Brasília, mas foi informada de que apenas a polícia do país pode se manifestar sobre o caso.
O Ministério das Relações Exteriores do Brasil confirmou estar ciente da situação e prestando assistência consular à família, mas não forneceu mais detalhes, citando questões de privacidade.
A família havia estimado em R$ 78 mil o custo total do traslado do corpo ao Brasil. O Gabinete de Assuntos Internacionais de Goiás (GAI) se comprometeu a ajudar com parte do valor, e os R$ 55 mil restantes foram alcançados com a mobilização nas redes sociais.
Amanda, fã de Fórmula 1, chegou a publicar fotos da corrida em Suzuka no início de abril. Ela planejava retornar ao Brasil no mesmo dia em que foi encontrada morta.
Foto: Reprodução Redes Sociais




