တိုကျို၊ ဂျပန် – A Coreia do Norte alertou o Japão contra a instalação de mísseis de longo alcance na região de Kyushu em março de 2026, afirmando que essa capacidade de ataque levaria a uma escalada constante das tensões no Nordeste Asiático, segundo divulgou a mídia estatal KCNA nesta quinta-feira (20).
O Japão considera essa medida como parte da estratégia de aquisição de “capacidades de contra-ataque” para atingir alvos inimigos em caso de emergência, conforme reportado pela Kyodo News.
Pyongyang acusou o Japão de perpetuar uma história de agressão, reforçando sua aliança militar com os EUA e colaborando com a Otan. O regime norte-coreano declarou que quaisquer movimentações militares direcionadas à Coreia do Norte seriam eliminadas.
Além disso, o líder Kim Jong Un alertou que a cooperação trilateral entre EUA, Japão e Coreia do Sul aumenta as tensões e prometeu medidas de retaliação, incluindo o fortalecimento do arsenal nuclear do país.
O objetivo do Japão é fortalecer a segurança do arquipélago de Nansei, uma região estrategicamente importante devido à sua proximidade com Taiwan, diante do temor de uma possível invasão chinesa.
A China considera Taiwan uma província rebelde que deve ser reunificada, inclusive pela força, se necessário.
As autoridades japonesas estão avaliando locais para a instalação de mísseis, mas há preocupação entre os moradores locais de que suas regiões possam se tornar alvos em caso de conflito.
Possíveis locais incluem guarnições do regimento de mísseis superfície-navio das Forças de Autodefesa em Yufu (Oita) e na cidade de Kumamoto.
Os mísseis a serem implantados são uma versão aprimorada do Type-12, com alcance estendido para 1.000 km, o que permitiria atingir áreas costeiras da China e da Coreia do Norte.
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Míssil Type-12 das Forças de Autodefesa do Japão




