မာအီဘာရှီ၊ ဂျပန် – A Comissão de Reinvestigação de Bullying da Província de Gunma realizou neste sábado (24) sua 26ª reunião, concluindo em seu relatório final que o suicídio de uma estudante de 17 anos poderia ter sido evitado se a escola tivesse agido adequadamente, informou o jornal Sankei.
Em fevereiro de 2019, uma aluna do segundo ano do ensino médio cometeu suicídio, jogando-se na frente de um trem, e sua família alegou que ela havia sido vítima de bullying (ijime).
O relatório final apontou que a estudante, que se sentia isolada em sala de aula, foi submetida a estresse e angústia psicológica devido a insultos, boatos e outros fatores de bullying, especialmente após a morte de seu gato de estimação, o que a levou ao suicídio.
A escola foi criticada severamente por negligenciar o bullying, incluindo falhas em investigar adequadamente alegações de que a estudante foi instruída a “morrer” e por não atender às preocupações dos pais de maneira satisfatória.
A escola também foi considerada ineficiente em sua estrutura de prevenção e aconselhamento contra o bullying.
Para prevenir incidentes futuros, a comissão recomendou que o Conselho de Educação de Gunma formasse uma “equipe de inspeção” para realizar visitas surpresas, especialmente em escolas enfrentando situações graves.
O presidente da comissão, Yoshihiro Yashima, refletiu sobre o esforço intenso e o tempo dedicado à análise dos dados e à deliberação ao longo de 26 reuniões em dois anos e sete meses.
Após a conclusão inicial de um comitê independente em novembro de 2020, que atribuiu o suicídio não ao bullying, mas à morte do gato de estimação da estudante, a família pediu uma reinvestigação, que começou em julho de 2021 e levou às conclusões atuais.
ဓာတ်ပုံ- Reproduction/JNN
Yoshihiro Yashima (à direita) entrega relatório final ao governador de Gunma, Ichita Yamamoto