အပ်ဒိတ်လုပ်ခဲ့သည့်ရက်စွဲ- 03/04/2024 16:31
Ishikawa၊ ဂျပန် – Depois do forte terremoto de magnitude 7,6 e intensidade máxima 7, a região de Noto, na província de Ishikawa, tem registrado abalos sísmicos seguidos, chegando ao total de 1.158 até a tarde de domingo (7), publicou a NHK.
A maioria dos terremotos tem intensidade 1 ou 2, que são quase que imperceptíveis, e magnitudes que variam de 2 a 4. Lembrando que a magnitude equivale à intensidade do terremoto no epicentro. Já o grau da escala japonesa, que vai de 1 a 7, considera o abalo sentido na superfície da terra.
Especialistas no assunto pedem às pessoas que residem na região que se preparem para mais tremores e prováveis tsunamis.
O abalo mais forte ocorreu no primeiro dia deste mês, às 16h10, com magnitude 7,6 na região de Noto, com intensidade máxima de 7. O tremor foi tão forte que derrubou casas, edifícios, gerando incêndios, deslizamentos de terra e liquefação, além de um tsunami que atingiu boa parte da costa banhada pelo Mar do Japão.
Diante de tanta instabilidade, o professor Shinji Toda, da Universidade de Tohoku, especialista em falhas ativas, apela à vigilância.
Ele explica que além da atividade sísmica na área que foi deslocada por este terremoto, existe também a possibilidade de que novos tremores ocorram na área circundante.
Segundo o professor, em uma comparação da atividade sísmica do tremor em Ishikawa com o de Kumamoto, ocorrido em 2016, de magnitude 3,5 ou superior, ficou claro que o da península de Noto está ocorrendo em dobro.
O especialista acredita que o terremoto tenha causado o deslocamento de uma falha de mais de 100 km do lado oeste de Sado, na província de Niigata, para a Península de Noto, e que seu tamanho foi um fator contribuinte.
Para o professor, além da atividade sísmica no epicentro original, há o risco de que novos tremores sejam desencadeados por falhas ativas em áreas adjacentes a leste e oeste.
“Na região de Hokuriku, tanto no mar quanto na terra, existem muitas falhas ativas. Precisamos continuar investigando e nos preparando para terremotos no longo prazo. Os tsunamis que ocorrem no Mar do Japão demoram muito pouco para chegar. Então se você estiver perto da costa e sentir um forte tremor, é importante fugir rapidamente para lugares mais altos.”
Falha no equipamento?
Acostumados a um certo padrão na ocorrência dos terremotos no Japão, os meteorologistas registraram às 23n20 do sábado (6) um tremor com magnitude de 4,3, mas intensidade de 6 menos, com epicentro na cidade de Shika.
O estranhamento veio porque em cidades vizinhas a intensidade chegou apenas a 3. Então os meteorologistas foram verificar o sismógrafo existente na região para determinar se havia alguma falha.
Outro dado que reforçou o estranhamento dos membros da Agência Meteorológica do Japão é que as pessoas em Shika disseram que o tremor não foi tão forte, como seria um de intensidade 6 menos. A polícia e os bombeiros não receberam relatos de danos.
Mas a equipe que verificou o sismógrafo viu que o equipamento está funcionamento perfeitamente. O aparelho pode ter sido o único que registrou a intensidade 6 menos devido à sua proximidade com o epicentro do terremoto.
ဓာတ်ပုံ- Reproduction/NHK