တိုကျို၊ ဂျပန် – Mais de 860 mil brasileiros que vivem fora do país poderão votar nas eleições presidenciais de 2026. Dados atualizados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), após o fechamento do cadastro eleitoral em 7 de maio, mostram que 862.562 eleitores no exterior estão aptos a participar da votação. É o maior número já registrado pela Justiça Eleitoral, de acordo com autoridades.
O crescimento acompanha o aumento da comunidade brasileira no exterior e, assim, mostra que mais eleitores têm buscado participar dos pleitos, mesmo vivendo fora do país.
Em 2010, o Brasil tinha 200.392 eleitores cadastrados no exterior. Em 2014, esse número subiu para 354.189. Já em 2018, chegou a 500.727 eleitores e, em 2022, alcançou 697.078 votantes habilitados, de acordo com o TSE.
Agora, em 2026, o total chegou a 862.562 eleitores, um crescimento acumulado de mais de 330% em comparação com 2010.
Evolução do eleitorado brasileiro no exterior
2010
200.392
2014
354.189
+76,7%
2018
500.727
+41,4%
2022
697.078
+39,2%
2026
862.562
+23,7%
Fonte: TSE
Maior conscientização política
Segundo o levantamento, o aumento está ligado não apenas ao crescimento da emigração brasileira, mas também à maior conscientização política, ao acesso facilitado aos serviços digitais da Justiça Eleitoral e às campanhas de regularização promovidas por consulados e organizações comunitárias.
Estados Unidos, Portugal, Japão e Reino Unido continuam concentrando as maiores comunidades eleitorais brasileiras no exterior. Além disso, as jurisdições consulares de Tóquio e Nagoia estão entre os 10 maiores colégios eleitorais fora do Brasil.
Estimativas atualizadas do Ministério das Relações Exteriores (MRE) apontam que a comunidade brasileira residente no exterior já se aproxima de 5,2 milhões de pessoas.
Serviços online facilitaram regularização eleitoral
O TSE também registrou aumento na participação de jovens e idosos, grupos em que o voto é facultativo.
Além disso, cresceu o número de pedidos de regularização eleitoral feitos pela internet. Pela primeira vez, serviços como emissão do primeiro título, transferência de domicílio eleitoral e atualização cadastral puderam ser realizados totalmente online até 6 de maio.
Campanhas ajudaram a ampliar participação dos brasileiros no exterior
Nos primeiros meses do ano, o Movimento Brasileiros Emigrados (MBE), em parceria com organizações comunitárias de países com grande presença de brasileiros, realizou ações para incentivar a participação política da comunidade no exterior.
As iniciativas incluíram campanhas com informações sobre os prazos eleitorais, documentação necessária para regularização e transferência do título eleitoral, além de seminários virtuais para esclarecer dúvidas sobre atualização cadastral e procedimentos junto à Justiça Eleitoral.
O encontro online realizado no fim de abril reuniu brasileiros residentes nos Estados Unidos, França, Espanha, Suíça, Emirados Árabes Unidos, Itália e Japão.
Para Miguel Kamiunten, um dos cofundadores do MBE e pesquisador da participação eleitoral dos brasileiros no exterior desde 1994, o voto fora do país deve ser visto como um direito fundamental de quem continua mantendo vínculos com o Brasil, independentemente do lugar onde vive.
Segundo ele, o crescimento do eleitorado no exterior mostra não apenas o aumento da comunidade brasileira fora do país, mas também uma maior consciência política.
Kamiunten também deixou um recado aos brasileiros que vivem no exterior: “Quem não vota, deixa que os outros decidam por ele.”
Datas das eleições de 2026
As eleições presidenciais ocorrerão nas seguintes datas:
- Primeiro turno
4 de outubro de 2026 - Segundo turno (se houver)
25 de outubro de 2026
Brasileiros residentes no exterior votam apenas para os cargos de presidente e vice-presidente da República. A votação acontece geralmente em embaixadas, consulados e repartições diplomáticas autorizadas pelo TSE.
“Mais do que números, o crescimento do eleitorado no exterior revela uma transformação histórica: a diáspora brasileira deixou de ser apenas uma presença econômica espalhada pelo mundo e passou a consolidar também sua dimensão política. A cada eleição, aumenta a demanda por participação, representação e políticas públicas voltadas aos brasileiros que vivem fora do país”, afirmou Kamiunten.





Quando irá sair os locais para votação?
Cadeira de presidente é status, povo besta fica brigando, entre esquerda, direita, o foco mesmo é o congresso e as mamatas deles que geram bilhões aos cofres públicos.
Nao saio da minha casa pra enfrentar fila e no final um mega ladrao sentar na presidencia, nunca mais!
Justifico e fim de papo, vou estar com a unha encravada no dia e fod…se
Engraçado que depois de sair grandes capitais humanos e financeiros do Brasil e, diminuir as remessas de “bolsas famílias” privadas dos emigrantes do exterior ( para não dizer bobos como eu…), o governo brasileiro lembra dos id!0tas q estão fora do país. Será que é para conseguir+ cargos públicos do Brasil no exterior? Este “benfeitor” esquece que várias empresas foram para o Paraguai por exemplo, pq alguns são descendentes diretos dos originais brasileiros. Em análise.