ရှီဇူအိုကာ၊ ဂျပန် – Quatro homens presos sob a suspeita de tentar traficar cocaína escondida no casco de um navio estrangeiro que atracou no Porto de Shimizu, na província de Shizuoka, tiveram o caso arquivado pela Promotoria Pública, informou a emissora Shizuoka Dai-ichi TV.
Segundo as autoridades, os suspeitos — entre eles três brasileiros e um japonês — haviam sido detidos por, em julho de 2025, tentar introduzir ilegalmente no Japão cerca de 20 quilos de cocaína ocultos no fundo de um navio cargueiro de bandeira estrangeira que havia entrado no Porto de Shimizu. A droga é avaliada em aproximadamente 500 milhões de ienes no mercado ilegal.
A Promotoria de Shizuoka anunciou na quarta-feira (14) que decidiu não oferecer denúncia contra os quatro investigados. Em comunicado, o órgão afirmou que a decisão foi tomada “após uma análise cuidadosa, levando em consideração se seria possível obter uma sentença adequada em julgamento”.
De acordo com a investigação, a cocaína foi encontrada presa ao casco do navio, a uma profundidade de cerca de 12 metros abaixo do nível da superfície da água. As autoridades também confirmaram que os quatro homens não faziam parte da tripulação da embarcação.
Esse esquema de tráfico, conhecido como “parasita”, consiste em criminosos que mergulham e escondem drogas na parte submersa de cascos de navios durante o trajeto, especialmente em embarcações que passam pela América Central e do Sul, principais regiões produtoras de cocaína.
Ao chegar ao país de destino, outros mergulhadores recuperam a carga ilícita.
Todo esse processo geralmente ocorre sem que os tripulantes do navio percebam, por isso o método se chama “parasita”.




