Força de segurança tailandesa sufoca onda de protestos
BANGKOK – O governo militar da Tailândia enviou milhares de soldados e policiais para o centro de Bangkok neste domingo e sufocou os protestos contra o golpe, limitando-os a pequenos grupos de manifestantes em torno de shopping centers. O exército assumiu em 22 de maio depois de o governo da premiê Yingluck Shinawatra ter sido abalado por meses de protesto que forçaram os ministérios a fechar, feriram a confiança dos empresários e geraram um encolhimento na economia. O chefe de polícia adjunto Somyot Poompanmoung disse à Reuters que 5.700 policiais e soldados seriam enviados para o centro de Bangkok neste domingo e unidades de implantação rápida estavam prontas para acabar com os protestos que poderiam surgir em outro local. Desde o último golpe, o exército baniu reuniões políticas de 5 ou mais pessoas e os protestos que têm ocorrido em Bangkok têm sido pequenos e breves.
Foto: Reuters
Militares fazem barreira para evitar passagem de manifestantes na Tailândia
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Explosão mata torcedores de futebol no nordeste da Nigéria
DUGURI/YOLA – Uma explosão tendo como alvo um centro de transmissão de futebol pela TV no nordeste da Nigéria deixou um número ainda desconhecido de mortos neste domingo, disse um porta-voz da polícia. Uma fonte militar disse que diversos corpos foram removidos do local da explosão na cidade de Mubi, no Estado de Adamawa. “Não temos um número de mortos por enquanto, o trabalho está em andamento para remover os corpos”, disse o porta-voz da polícia do Estado de Adamawa, Usman Abubakar. Nenhum grupo reinvidicou o ataque. O grupo islâmico Boko Haram, que luta por um Estado islâmico, está concentrado no nordeste e seria suspeito. O grupo colocou diversas bombas no norte e centro da Nigéria nos últimos dois meses.
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De olho em Paquistão e China, Índia reforça equipe de segurança
NOVA DÉLHI – O novo primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, escolheu um ex-espião com anos de experiência em lidar com o Paquistão como seu conselheiro de segurança nacional, uma decisão que autoridades dizem sinalizar uma abordagem mais decisiva em relação ao inimigo tradicional de Nova Délhi. A escolha de Ajit Doval, assim como a do ex-general chefe do exército indiano V.K. Singh como um ministro federal para a região nordeste, sublinha planos para renovar a segurança nacional classificada por frágil por Modi. As duas nomeações, que se reportarão diretamente para Modi, apontam para um desejo de abordar o que são, indiscutivelmente, as duas preocupações mais prementes da Índia: o Paquistão e a China. Ambos os países, como a Índia, têm armas nucleares.
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Forças de Camarões matam 40 militantes do Boko Haram no norte do país
YAOUNDE – As forças de segurança de Camarões mataram cerca de 40 militantes do Boko Haram em confrontos no extremo norte, informou a rádio estatal do país neste domingo, logo após a libertação de dois padres italianos e uma freira canadense, que teriam sido sequestrados pelo grupo islâmico. Uma fonte da Presidência confirmou os confrontos, que ocorreram a oeste da cidade de Kousseri, na região da fronteira com a Nigéria e o Chade. Camarões, que tem sido criticado pela Nigéria por não fazer o suficiente para combater o Boko Haram, enviou cerca de 1.000 soldados para o norte esta semana para intensificar a luta contra os militantes islâmicos. Dois padres italianos e uma freira canadense que haviam sido sequestrados no norte de Camarões no início de abril foram libertados, segundo o ministro das Comunicações de Camarões, Issa Tchiroma.
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Catar nega irregularidades na candidatura à Copa de 2022
LONDRES – Os organizadores da Copa do Mundo de 2022, no Catar, negaram “veementemente” as acusações de que a candidatura do país foi corrupta e disseram que seus advogados vão averiguar as alegações do jornal britânico Sunday Times. Os catarianos manifestaram-se depois que Jim Boyce, vice-presidente da Fifa, disse que seria a favor de uma outra votação para sede de 2022, se as alegações do Sunday Times forem comprovadas. Em um relatório com 11 páginas, o jornal alega que obteve milhões de documentos que mostram o ex-membro do comitê executivo da Fifa, Mohamed Bin Hamman, do Catar, fazendo pagamentos que chegam a 5 milhões de dólares a dirigentes em troca de votos pelo país.




