Tóquio – O governo japonês já avançou bastante no projeto de fortalecimento dos prédios escolares no país, mas ainda há pelo menos 2.228 escolas que provavelmente não resistiriam a um terremoto com mais de 6 graus de intensidade na escala japonesa.
De acordo com uma reportagem da emissora NHK, o atual levantamento do Ministério da Educação (MEXT) mostra que, até abril deste ano, 97,6% dos prédios escolares têm resistência para grandes terremotos.
Em junho de 2015, o levantamento do Ministério na época mostrava que quase 8 mil prédios escolares tinham pouca resistência. Embora o número tenha baixado para 2 mil em apenas um ano, o governo lamenta não ter conseguido atingir a meta, que era fortalecer todas as estruturas até abril.
Neste processo, o governo arca com dois terços da verba necessária para a construção, mas mesmo assim algumas prefeituras não estavam com uma condição financeira favorável para iniciar o projeto no último ano fiscal.
A província com a menor taxa de fortalecimento é Okinawa, onde 87,5% das escolas possuem boa resistência. Em Fukushima, a taxa é de 90,6% e, em Ehime, 91,6%.
Quanto ao tipo de escola pública, o levantamento mostrou que a resistência é uma característica de 91% das creches, 98,1% das escolas primárias (shougakkou) e ginasiais (chugakkou), 96,4% das instituições de ensino médio (koukou) e 99,4% das escolas especiais.
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