တိုကျို – O Tribunal Regional de Tóquio emitiu nesta terça-feira (7) um mandado de prisão por perjúrio contra a esposa de Carlos Ghosn, Carole, a pedido de promotores que acusam o ex-presidente da Nissan de má conduta financeira.
Os promotores disseram que Carole é suspeita de ter dado falso testemunho no Tribunal em abril do ano passado em conexão com a suposta quebra de confiança agravada de Ghosn.
O mandado de prisão por perjúrio acusa Carole de alegar falsamente desconhecer ou ter se encontrado com pessoas ligadas a uma empresa que recebeu pagamentos da Nissan Motor, parte dos quais foi transferida subsequentemente a uma firma de Ghosn.
As autoridades japonesas acreditam que Carole, de 53 anos, esteja no Líbano com Ghosn, que fugiu do Japão no final de dezembro enquanto aguardava julgamento.
O mandado de prisão é “patético” e foi emitido um dia antes do executivo falar livremente pela primeira vez desde que chegou a Beirute, disse uma porta-voz de Ghosn à Reuters nesta terça-feira.
“A última vez que Carlos Ghosn anunciou uma conferência de imprensa, ele foi preso novamente. Desta vez, um dia antes de ele falar livremente, emitiram um mandado de prisão para sua esposa Carole Ghosn ”, disse.
Carole voltou voluntariamente ao Japão há nove meses para responder às perguntas dos promotores e estava livre para ir sem acusações, afirmou a porta-voz.
Ghosn vai falar na quarta-feira em uma entrevista coletiva em Beirute. Ele alega que houve um golpe apoiado pelo governo japonês para derrubá-lo.
ဓာတ်ပုံ- ရိုက်တာသတင်းဌာန
Carlos Ghosn com a esposa Carole




