တိုကျို – O primeiro-ministro Shinzo Abe disse neste sábado (23), em uma conferência internacional em Tóquio, que o Japão apoiará países pobres ou emergentes no fornecimento de educação de “alta qualidade” para 4 milhões de mulheres até 2020.
Abe disse que melhorar o acesso à educação é importante para o desenvolvimento econômico sustentável e que vai propor ao G20, em junho, esforços para dar melhores oportunidades de educação às mulheres.
O primeiro-ministro participou da reunião do Women20, um grupo de engajamento do G20 que faz recomendações de políticas para as principais economias do mundo.
Malala Yousafzai, que recebeu o Prêmio Nobel da Paz em 2014, também participou do evento em Tóquio e pediu investimentos em educação feminina.
Para criar um mundo onde “todas as mulheres possam brilhar” e ocupar assentos em governos e empresas, os líderes devem investir na educação de meninas, disse Malala.
Apesar do esforço do governo de Abe para o fortalecimento feminino, o Japão está atrás de muitas outras nações desenvolvidas no avanço social e econômico das mulheres.
Em 2013, Abe solicitou que todas as empresas listadas na bolsa de valores tivessem pelo menos uma mulher no conselho administrativo, como parte de um esforço para alcançar a meta de ter 30% de posições de liderança em todos os setores da sociedade ocupados por mulheres até 2020.
Após o pedido, o número de mulheres que integraram o conselho mais do que dobrou, de 630 em 2012 para cerca de 1.700 em 2018. Mas a taxa de ocupação feminina em posições de liderança permanece baixa, em torno de 4%, segundo o governo.
ဓာတ်ပုံ- ရိုက်တာသတင်းဌာန
Malala Yousafzai, que recebeu o Prêmio Nobel da Paz, e o primeiro-ministro Shinzo Abe




