တိုကျို – O ex-executivo da Nissan Motor, Greg Kelly, preso junto com o ex-presidente do conselho administrativo, Carlos Ghosn, devido a supostos crimes financeiros, afirmou que o salário de Ghosn era apropriado e que foi discutido com outras autoridades, disse no sábado a emissora estatal japonesa NHK.
A NHK, sem citar fontes, informou que Kelly teceu tal comentário a pessoas com quem conversou desde sua prisão.
O conselho da Nissan decidiu na quinta-feira, por unanimidade, retirar Ghosn e Kelly de seus cargos.
Eles foram presos na segunda-feira, depois de uma investigação da Nissan ter descoberto evidências de crimes como sonegação e uso pessoal de ativos da empresa.
Entre as acusações, Ghosn é suspeito de instruir diretamente Kelly, por e-mail, a pagar US$ 1,5 milhão para reformar sua casa, no Líbano.
Há informações de que Ghosn enviou um e-mail orientando Kelly para providenciar o pagamento para a casa do Líbano, levantando dúvidas sobre sua conduta como executivo.
De acordo com dados, ainda sob apuração, o imóvel foi comprado por US$ 9 milhões. Pelo menos R$ 6 milhões foram gastos nas reformas.
Ghosn nega que tenha transmitido orientações via e-mail ao ex-executivo.
O ex-presidente foi preso sob acusação de declarar sua renda em 5 bilhões de ienes (o equivalente a US$ 44 milhões) nos relatórios de valores mobiliários entre 2010 e 2014, quando na verdade era de 10 bilhões de ienes .
Ghosn também foi acusado de fazer a Nissan comprar quatro residências de luxo para ele usando os fundos de investimento da empresa, inclusive no Rio de Janeiro.
ဓာတ်ပုံ- သတင်းထုတ်ပြန်ချက်
Ex-executivo da Nissan Motor, Greg Kelly




