တိုကျို – Em geral quando uma ambulância é chamada significa que o caso é de emergência. Porém, em 630.056 chamadas registradas em 2015 o veículo retornou sem o paciente para o hospital, segundo noticiou o Yomiuri na segunda-feira (18).
O número representa 10% do total de chamadas, de acordo os dados mais recentes divulgados pela Agência de Gerenciamento de Incêndios e Desastres. O dado representa 190 mil casos mais – ou 40% – em relação a 2006. A Agência estima que os números de 2016 não serão muito diferentes.
Na maioria das vezes em que a ambulância retornou para o hospital sem o paciente ficou claro que não se tratava de casos urgentes, ou envolveram pessoas que chamaram a ambulância apenas para ir para o hospital em vez de chamarem por um táxi, prejudicando o atendimento dos casos mais graves. Entre as chamadas havia ainda notificações erradas e trotes.
O Yomiuri publicou que com o envelhecimento da população o número de ambulâncias mobilizadas aumentou ano a ano. E o tempo médio de chegada também foi ampliado. Há dez anos demorava apenas 2 minutos, mas em 2015 passou para 8,6 minutos.
As autoridades estão preocupadas com o fato do problema afetar o transporte de pacientes que se encontram em situação realmente grave. Além disso, houve casos em que os atendentes das ambulâncias não tiveram tempo suficiente para descansar ou fazer as refeições.
Embora cada cidade tenha um critério diferente para este tipo de situação, a Agência planeja revisar o sistema de coleta de dados. Até 2021, o setor pretende coletar informações sobre oito categorias diferentes de chamadas, como de pessoas que se recusam a ser transportadas, que deixaram a cena do acidente, além de relatórios incorretos de incidentes e trotes.
A agência também pretende estudar pacientes com condições menos graves que foram transportadas por ambulância e coletar informações sobre transportes de baixa prioridade, como pacientes que não apresentavam anormalidade em seu pulso ou pressão arterial.
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