တိုကျို- Em meio às tensões na península coreana e especulações sobre uma possível 3° Guerra Mundial, informações sobre o líder da Coreia do Norte, Kim Jong-Un, conseguiram colocar até o Brasil no meio da história.
De acordo com uma reportagem do jornal Yomiuri, o filho caçula do ditador Kim Jong-Il, que assumiu o comando do país em 2011 com a morte do pai, teria visitado a Disneylândia de Tóquio em maio de 1991, aos oito anos de idade.
O líder norte-coreano e o irmão Kim Jong-Chul teriam entrado no Japão com passaportes brasileiros, emitidos na Austrália. Kim Jong-Un utilizou o nome falso de “Joseph Park” e os passaportes apresentados eram verdadeiros.
Segundo informações divulgadas em uma reportagem da NHK, a mãe dos meninos Ko Yong-Hi, entrou no Japão dias depois e acompanhou as crianças na viagem.
Ko Yong-Hi nasceu em Osaka como descendente coreana e foi na década de 1960 para a Coreia do Norte, para trabalhar como dançarina. Ela foi a terceira companheira de Kim Jong-Il e morreu de câncer de mama em 2004.
A viagem no Japão durou 11 dias e a imigração japonesa chegou a desconfiar das identidades. Porém, quando o órgão decidiu investigar o caso, a família já havia regressado ao país de origem.
Por outro lado, o irmão mais velho, Kim Jong-Nam, assassinado em fevereiro deste ano na Malásia, não teve a mesma sorte. Em 2001, Jong-Nam tentou entrar no Japão, também com o objetivo de visitar a Disneylândia de Tóquio, mas foi detido e expulso do arquipélago. O episódio fez com que ele
perdesse o direito de suceder o pai na liderança do país.
ဓာတ်ပုံ- imagem de Kim Jong-Un durante a adolescência, divulgada pelo jornal sul-coreano Munhwa Ilbo. Reprodução/TBS




