တိုကျို – O ministro do Trabalho, Yasuhisa Shiozaki, disse recentemente que os trabalhadores do Japão não deveriam ser obrigados a fazer horas extras por força de contrato.
“Trabalhar longas horas é um símbolo indesejável da cultura corporativa do Japão”, disse o ministro em entrevista concedida ao jornal Nihon Keizai enquanto visitava os EUA para uma reunião trilateral entre Japão, EUA e Coreia do Sul.
De acordo com o artigo 36 da Lei de Normas Trabalhistas do Japão, os empregadores podem estender o horário de trabalho ou requisitar que o funcionário trabalhe em dias de folga, desde que haja um acordo prévio.
Ressaltando a necessidade de uma reforma, o ministro acredita que o artigo 36 deixa “brechas” para a regulamentação de horas extras ilimitadas, em contradição com a lei.
Ao mesmo tempo, o ministro destacou dificuldades para definir o papel dos trabalhadores na era da inteligência artificial e da IOT (internet das coisas), observando que os novos postos de trabalho da área de tecnologia precisam de novas regras.
Em 2013, uma investigação do Ministério do Trabalho descobriu que 64% das empresas vistoriadas dão aos funcionários mais horas extras do que a lei permite. Em condições normais de produção, o funcionário não pode fazer mais do que 45 horas extras por mês.
ဓာတ်ပုံ- ရိုက်တာသတင်းဌာန
Ministro do Trabalho do Japão, Yasuhisa Shiozaki




