တိုကျို – Um recorde de 54,51 bilhões de ciberataques foram detectados no Japão em 2015, o dobro em relação ao ano anterior, com hackers assumindo o controle de muitos sistemas, não somente de computadores, como câmeras de segurança para estabelecer suas próprias comunicações, mostrou uma pesquisa de um instituto do governo neste sábado (20).
O Instituto Nacional de Tecnologia da Informação e Comunicações (NTIC) usou cerca de 280.000 sensores para detectar ataques cibernéticos, incluindo os ataques destinados a controlar remotamente os sistemas conectados à Internet e verificar a vulnerabilidade do software usado em servidores, divulgou o site Japan Today.
Entre os países em que os endereços de Protocolo de Internet dos agressores foram traçados, a China teve a maior parcela, de 30%, seguida pelos Estados Unidos, com 20% dos ataques.
O NTIC iniciou uma investigação sobre ciberataques no Japão em 2005, quando o número de tais incidentes situou-se em cerca de 310 milhões. O número aumentou para cerca de 5,65 bilhões em 2010 e 12,88 bilhões em 2013.
Daisuke Inoue, funcionário do NTIC, disse que haverá um risco crescente de ataques cibernéticos em aparelhos ligados à Internet e que os sistemas de defesa e prevenção contra tais ataques devem ser reforçados. Ele estava se referindo à “Internet das coisas”, ou uma rede que permite que desde eletrodomésticos a smartphones e dispositivos portáteis sejam controlados remotamente e seja possível recolher e trocar dados desses aparelhos.
ဓာတ်ပုံ- ©၂၀၁၆ iStockphoto




